Alma D'Outro Mundo
quarta-feira, janeiro 30, 2008
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Raízes de Cambará do Sul
Raízes de Cambará do Sul
A incrível experiência do primeiro filme feito por cambaraenses: “Alma D’Outro Mundo”. Para participar do concurso Revelando os Brasis Ano II, era necessário escrever uma história, real ou fictícia, sobre minha cidade de origem, Cambará do Sul. Se escolhida, essa história viraria um filme após um curso de roteiro e direção no Rio de Janeiro. Entre 840 histórias, de 21 estados brasileiros, Cambará do Sul mostra sua cara. Levo na mala a história “Alma D’Outro Mundo”, um turbilhão de idéias e expectativas. A cada aula, as mesmas perguntas: quem sou, de onde venho, qual é minha história, o quê pretendo com ela, qual é a história atrás da história e o quê ela quer revelar. A tal história, ouvida, pensada, escrita, inscrita, selecionada, exposta, posta a prova, internalizada, virada do avesso, desmembrada, remontada, redescoberta, outra vez contada, mais uma vez sonhada. Tive momentos de cansaço e vontade de desistir. Quanta coisa para contar uma história. Mas me ponho a refletir, estou aqui por quê? Qual a importância dessa história para mim, para os que vieram antes e aqueles que virão depois de mim? Respostas surgiram e senti no “osso do peito”, como se diz por aqui, a enorme responsabilidade. Idéias grandiosas começam a povoar minha mente, abre-se, com muito sacrifício, um grande leque e sinto o que é respirar a cultura do povo de Cambará, do povo do Brasil, quanta diversidade! Retorno com o roteiro do filme “Alma D’Outro Mundo” e outro desafio começa: mobilizar o povo, achar atores, formar uma equipe e tudo sem ganhar “um tostão”. Olhar esse filme é olhar para a cultura local, que desvela as relações sociais e também o imaginário em que vivemos. Cambará tem muitos personagens, reais ou fictícios, não importa, pois o causo, a história de alguém esta sendo contada, repassada para outra geração, que vai contar para próxima, diferente, talvez, da que ouviu, sem a pretensão de julgar verídica ou não. O frio nos faz recolher, e nesse interior, revemos, quando criança, nosso passado, nossos mitos, e a verdade de um povo que se orgulha de ter algo para contar.
A incrível experiência do primeiro filme feito por cambaraenses: “Alma D’Outro Mundo”. Para participar do concurso Revelando os Brasis Ano II, era necessário escrever uma história, real ou fictícia, sobre minha cidade de origem, Cambará do Sul. Se escolhida, essa história viraria um filme após um curso de roteiro e direção no Rio de Janeiro. Entre 840 histórias, de 21 estados brasileiros, Cambará do Sul mostra sua cara. Levo na mala a história “Alma D’Outro Mundo”, um turbilhão de idéias e expectativas. A cada aula, as mesmas perguntas: quem sou, de onde venho, qual é minha história, o quê pretendo com ela, qual é a história atrás da história e o quê ela quer revelar. A tal história, ouvida, pensada, escrita, inscrita, selecionada, exposta, posta a prova, internalizada, virada do avesso, desmembrada, remontada, redescoberta, outra vez contada, mais uma vez sonhada. Tive momentos de cansaço e vontade de desistir. Quanta coisa para contar uma história. Mas me ponho a refletir, estou aqui por quê? Qual a importância dessa história para mim, para os que vieram antes e aqueles que virão depois de mim? Respostas surgiram e senti no “osso do peito”, como se diz por aqui, a enorme responsabilidade. Idéias grandiosas começam a povoar minha mente, abre-se, com muito sacrifício, um grande leque e sinto o que é respirar a cultura do povo de Cambará, do povo do Brasil, quanta diversidade! Retorno com o roteiro do filme “Alma D’Outro Mundo” e outro desafio começa: mobilizar o povo, achar atores, formar uma equipe e tudo sem ganhar “um tostão”. Olhar esse filme é olhar para a cultura local, que desvela as relações sociais e também o imaginário em que vivemos. Cambará tem muitos personagens, reais ou fictícios, não importa, pois o causo, a história de alguém esta sendo contada, repassada para outra geração, que vai contar para próxima, diferente, talvez, da que ouviu, sem a pretensão de julgar verídica ou não. O frio nos faz recolher, e nesse interior, revemos, quando criança, nosso passado, nossos mitos, e a verdade de um povo que se orgulha de ter algo para contar.



